quarta-feira, 9 de julho de 2008

O nick no MSN revela seu estado de espírito.

Veja bem o nome nos nicks e saiba quem é ou o que está sentindo a pessoa na sua buddy list:


"A-M-I-G-A-S o fim de semana foi bala!!!" acabou de entrar:
Essa com certeza, assim como as amigas piriguetes, terminou o
namoro e está encalhadona. Uma semana antes está com o nick "O fim de semana
promete". Quer mostrar pro ex e pros peguetes que tem vida própria,
mas a única coisa que fez no fim de semana foi encher o rabo de tequila e
beijar umas bocas repetidas.

"Polly em NY" acabou de entrar:
Essa com certeza quer que todos saibam que ela está em uma viagem
bacana. Tanto que em breve colocará uma foto da 5ª Avenida no Orkut escrito
"Eu em Nova York". Por que ninguém bota foto de uma viagem feita a Caculé
no São João no Orkut?

"Quando Deus te desenhou ele tava namorando" acabou de entrar:
Essa pessoa provavelmente não tem nenhuma criatividade, gosto
musical e interesse por cultura. Só ouve o que está na moda e mais toca nas
paradas de sucesso. Normalmente coloca trechos como "Diga que valeuuu" ou
"O Asa Arreia" na época do carnaval..

"Por que a vida faz isso comigo? :( " acabou de entrar:
Quando essa pessoa entrar bloqueie imediatamente. Está depressiva
porque tomou um pé na bunda e irá te chamar pra ficar falando sobre o ex.

"Maria Paula ocupada pra caralho" acabou de entrar:
Se está ocupada pra caralho, por que entrou, cara-pálida? Sempre
que vir uma pessoa dessas entrar, puxe papo só pra resenhar.., ela não vai
resistir à janelinha azul piscante e vai mandar o trabalho pras cucuias.

"Paulão, quero você acima de tudo" acabou de entrar:
Se ama compre um apartamento e vá morar com ele. Uma dica: Mulher adora
disputar com as amigas. Quanto mais você mostrar que o tal do Paulão é
tudo de bom, maiores são as chances de você ter o olho furado por elas.

"Mariazinha no banho" acabou de entrar:
Essa não consegue mais desgrudar do MSN. Até quando vai beber água
troca seu nick para "Mariazinha bebendo água". Ganhou do pai um laptop pra usar
enquanto estiver no banheiro, mas nunca tem coragem de colocar o nick
"Mariazinha matriculando o moleque na natação".

"Galinha que persegue pato morre afogada" acabou de entrar:
Essa ai tomou um zig e está doida pra dar uma coça na piriguete que
ta dando em cima do seu ex. Quando está de bem com a vida, costuma usar
outros nicks-provérbios de Dalai Lama, Lair de Souza e cia.

"VENDO ingressos para a Choppada, Camarote Vivo Festival de Verão, ABADÁ
DO EVA, Bonfim Light, bate-volta da vaquejada de Serrinha e LP" acabou de entrar:

Essa pessoa está desesperada pra ganhar um dinheiro extra e acha
que a janelinha de 200 x 115 pixels que sobre no meu computador é espaço publicitário.

"Me pegue pelos cabelos, sinta meu cheiro, me jogue pelo ar, me
leve pro seu banheiro..." acabou de entrar:

Sempre usa um provérbio,trecho de música ou nick sedutores. Adoram
usar trechos de funk ou pagode com duplo sentido. Está há 6 meses sem dar um tapa na macaca e está doida pra arrumar alguém pra fazer o servicinho.

"Danny Bananinha" acabou de entrar:
Quer de qualquer jeito implacar um apelido para si própria, mas
todos insistem em lhe chamar de Melecão, sua alcunha de escola. Adora se
comparar a celebridades gostosas, botar fotos tiradas por si mesma no
espelho com os peitos saindo da blusa rosa. Quer ser famosa. Mas não chegará nem a figurante do Linha Direta.

(autor desconhecido)

segunda-feira, 7 de julho de 2008

‘Rádio Peão’ e sua interferência na empresa

O ser humano precisa interagir, conversa e debater sobre os mais variados assuntos. É quase uma necessidade vital. A partir da segunda metade do século XVIII, com a revolução industrial, as pessoas passaram a se concentrar em fábricas. E desde então, a "fofoca" nossa de cada dia deixou de ser privilégio das comadres, passando a integrar o cotidiano empresarial.
 
O falatório extraoficial no ambiente corporativo - conhecido popularmente como "Rádio Peão" ou "Rádio Corredor" -, é comum em quase todas as companhias. No elevador, na portaria, nos corredores, no cafezinho e até no banheiro os profissionais relaxam, jogam conversa fora e às vezes até falam a sério, muitas vezes abordando assuntos ligados à empresa, às chefias ou aos colegas de trabalho.
 
E não é raro que dessas conversas surjam boatos ou preocupações, capazes de desestabilizar o ambiente. Por isso, segundo o presidente da Curriculum.com.br, Marcelo Abrileri, é preciso muito cuidado para não se dar com "a língua nos dentes" nestas situações.
 
Na opinião do consultor, o bom funcionário sabe que uma postura equivocada nestas ocasiões pode afetar sua imagem dentro e fora da empresa. "O profissionalismo e a preocupação com sua carreira fará com que não permita dar atenção a comentários nem tampouco disseminar notícias infundadas e de cunho não-profissional", analisa.
 
Do ponto de vista da empresa, é imprescindível que a comunicação oficial seja suficientemente transparente para evitar o surgimento de questões capazes de gerar alguma inquietação interna a partir do que se diz na Rádio Peão. "A empresa que consegue se equilibrar na comunicação não terá a 'Rádio Peão' como um problema", diz Abrileri.
 
Conforme o consultor, o profissional deve ter cuidado e diplomacia para não cair na rede de fofocas. E deste risco ninguém está a salvo: a vítima pode ser qualquer um. Assim, a melhor forma de se defender é procurar saber em que terreno se está pisando. Observando a política da empresa, a rotina diária do departamento, os colegas e superiores, é possível conhecer melhor o local e os hábitos da empresa, evitando dar alguma "bola fora".
 
Para se proteger, é fundamental dosar que o tipo de informação poderá ser comentada e discutida com os colegas. Da mesma forma, orienta Abrileri, amizades com pessoas de outras áreas devem ser conduzidas com tato. E caso o profissional se torne alvo de alguma fofoca, deve manter a calma e o silêncio. "Será pior se tentar concertar. A melhor política é fingir-se de morto. Com o tempo esquecerão do assunto", indica Abrileri. "Se perceber que é motivo de alguma intriga ou que os falatórios tomaram outra dimensão, a melhor alternativa é buscar ajuda com seu superior ou o RH da empresa."
 
Mídia barata e eficaz
 
Mas nem só de notícias ruins vive a Rádio Peão. Quando administrado de forma correta, esse veículo informal de comunicação também pode ser de grande ajuda para a empresa ou para o profissional.
 
Do ponto de vista do executivo, a idéia é que faça uma triagem do que pode ser útil, utilizando as informações a seu favor. Afinal, a Rádio Peão inclui fontes preciosas de dados. Nesses bate-papos, é possível ficar sabendo de lançamentos de projetos, abertura de vagas, entre outros temas relevantes. E, assim, o burburinho de uma conversa descontraída pode ser valioso.
 
Um exemplo clássico é a demissão de um profissional, geralmente seguida de um falatório de bastidores. Nele, discute-se o motivo do afastamento. A partir disso, o profissional sabe ainda mais claramente o que não deve, em qualquer hipótese, fazer na empresa.
 
A Rádio Peão também é uma mídia interessante, barata e eficaz, conforme o especialista em networking e presidente da Lens & Minarelli, José Augusto Minarelli. "É um canal que transmite qualquer tipo de dado, seja importante ou não. Então, use como sua intranet particular. Divulgue seu novo curso de especialização, suas pretensões acadêmicas e profissionais," sugere o consultor.
 
Conforme o superintendente de estratégia e pessoas da Brasilprev, André Camargo, as empresas estão sintonizados quanto ao alcance da Rádio Peão. Por isso, procuram aprimorar cada vez mais os canais de comunicação tradicionais. "É necessário usar de transparência junto ao colaborador. Os canais formais são de grande ajuda para esclarecer metas e objetivos da empresa."
 
Na opinião dos especialistas, o acesso a informação e a liberdade para opinar e esclarecer dúvidas deixam o profissional mais confiante. Dentro desta lógica, a diretora de comunicação da Nokia do Brasil, Jô Elias, diz que as ações de comunicação devem informar e orientar a empresa como um todo, desde o chão de fábrica até os escritórios. "Todos os profissionais necessitam ser informados, não importa o cargo", orienta Jô. "O respeito com todo o quadro é um dos princípios básicos para não gerar desconfiança e comentários infundados. Um colaborador mal informado causa insegurança dentro da organização e no mercado."
 
Nesse contexto, toda comunicação é válida, inclusive a Rádio Peão. A "fofoca" surge quando alguma informação é incompleta, dando margem a deduções, muitas vezes errôneas. Assim, quando surge algum boato, recomenda-se bom senso e a busca de fontes mais confiáveis.
 
Pelo lado da empresa, o ideal é a manutenção de um relacionamento mais transparente com os colaboradores. Em um ambiente desse tipo, as informações são mais precisas e deixam menos espaço para a boataria na Rádio Peão.
 
 
 
Gazeta Mercantil/Vida Executiva/Márcia Maria da Silva - 07/07/2008

quinta-feira, 19 de junho de 2008

21 TIPOS DE ORGASMO FEMININO

21 tipos de orgasmos femininos:

01 - Asm
ática...................: Uhh... Uhhh... Uhhh

02 - Geogr
áfica................: Aqui, aqui, aqui, aqui...

03 - Matem
ática...............: Mais, mais, mais, mais...

04 - Religiosa..................: Ai meu Deus, ai meu Deus...

05 - Suicida....................: Eu vou morrer , eu vou morrer...

06 - Homicida..................: Se voc
ê parar agora, eu te maaaaaatoooo!!!!

07 - Sorvete....................: Ai Kibon, ai Kibon, ai Kibon...

08 - Zootecnista................: Vem, meu macho!!! Vem, meu Macho!!!

09 - Torcedora..................: Vai, vai, vai...

10 - Professora de Ingl
ês...: Ohhh !!! YES !!! Ohhh.... my God...!!!

11 - Margarina.................: Que Del
ícia, que delícia...

12 - Negativa....................: N
ão.... Não.....Não.....

13 - Positiva....................: Sim... Sim... Sim...

14 - Pornogr
áfica..............: Puta que o Pariu... vai filho da puta... vai...

15 - Serpente Indiana........: Ssssssssss..........Ssssssssss.....

16 - Professora................: Sim... isso... por a
í... exato... isso...

17 - Sensitiva...................: T
ô sentindo.... tô sentindo...

18 - Desinformada............: O que
é isso ? O que é isso?...

19 - Degustadora..............: Ai, gostoso... gostoso...gostoso...

20 - Cozinheira.................: Mexe... Mexe... Mexe....

E A CAMPEÃ:

21 - Casada....................: Olha s
ó, a empregada não limpou o lustre direito...

terça-feira, 17 de junho de 2008

UMA EXECUTIVA NO CÉU Max Gehringer

UMA EXECUTIVA NO CÉU   Max Gehringer
 
Foi tudo muito rápido.
A executiva bem sucedida sentiu uma pontada no peito, vacilou, cambaleou.
Deu um gemido e apagou.
 
Quando voltou a abrir os olhos, viu se diante de um imenso portal.
Ainda meio zonza, atravessou o e viu uma miríade de pessoas. Todas vestindo cândidos camisolões e caminhando despreocupadas.
Sem entender bem o que estava acontecendo, a executiva bem sucedida abordou um dos passantes:
 
 - Enfermeiro, eu preciso voltar urgente para o meu escritório, porque tenho um meeting importantíssimo. Aliás, acho que fui trazida para cá por engano, porque meu convênio médico é classe A, e isto aqui está me parecendo mais um pronto socorro. Onde é que nós estamos?
 
- No céu.
 
- No céu?...
 
- É. 
 
- Tipo assim, o céu? Aquele com querubins voando e coisas do gênero?
 
- Certamente. Aqui todos vivemos em estado de gozo permanente.
 
Apesar das óbvias evidências (nenhuma poluição, todo mundo sorrindo, ninguém usando telefone celular), a executiva bem sucedida custou um pouco a admitir que havia mesmo apitado na curva.
Tentou então o plano B: convencer o interlocutor, por meio das infalíveis técnicas avançadas de negociação, de que aquela situação era inaceitável.
Porque, ponderou, dali a uma semana ela iria receber o bônus anual, além de estar fortemente cotada para assumir a posição de presidente do conselho de administração da empresa. E foi aí que o interlocutor sugeriu:
 
 - Talvez seja melhor você conversar com Pedro, o síndico.
 
 - É?  E como é que eu marco uma audiência?  Ele tem secretária?
 
 - Não, não.  Basta estalar os dedos e ele aparece.
 
 - Assim?  (...)
 
 - Pois não?
 
A executiva bem sucedida quase desaba da nuvem.  À sua frente, imponente, segurando uma chave que mais parecia um martelo, estava o próprio Pedro.
 
Mas, a executiva havia feito um curso intensivo de approach para situações inesperadas e reagiu rapidinho:
 
 - Bom dia. Muito prazer. Belas sandálias. Eu sou uma executiva bem sucedida e...
 
 - Executiva...  Que palavra estranha.  De que século você veio?
 
-  Do 21.  O distinto vai me dizer que não conhece o termo "executiva"?
 
 - Já ouvi falar.  Mas não é do meu tempo.
 
Foi então que a executiva bem sucedida teve um insight. A máxima autoridade ali no paraíso aparentava ser um zero à esquerda em modernas técnicas de  gestão empresarial.  Logo, com seu brilhante currículo tecnocrático, a  executiva poderia rapidamente assumir uma posição hierárquica, por assim  dizer, celestial ali na organização.
 
- Sabe, meu caro Pedro. Se você me permite, eu gostaria de lhe fazer uma  proposta. Basta olhar para esse povo todo aí, só batendo papo e andando à toa, para perceber que aqui no Paraíso há enormes oportunidades para dar  um  upgrade na produtividade sistêmica.
 
 - É mesmo?
 
 - Pode acreditar, porque tenho PHD em reengenharia. Por exemplo, não vejo ninguém usando crachá .. Como é que a gente sabe quem é quem aqui, e quem faz o quê?
 
 - Ah, não sabemos.
 
 - Headcount, então, não deve constar em nenhum versículo, correto?
 
 - Hã?
 
 - Entendeu o meu ponto?  Sem controle, há dispersão.  E dispersão gera  desmotivação. Com o tempo isto aqui vai acabar virando uma anarquia.  Mas nós dois podemos consertar tudo isso rapidinho implementando um simples programa de targets individuais e avaliação de performance.
 
 - Que interessante...
 
 - Depois, mais no médio prazo, assim que os fundamentos estiverem sólidos  e  o pessoal começar a reclamar da pressão e a ficar estressado, a gente  acalma a galera bolando um sistema de stock option, com uma campanha  motivacional impactante, tipo: " O melhor céu da América Latina".
 
 - Fantástico!
 
 - É claro que, antes de tudo, precisaríamos de uma hierarquização de um  organograma funcional, nada que dinâmicas de grupo e avaliações de perfis psicológicos não consigam resolver.
Aí, contrataríamos uma consultoria especializada para nos ajudar a definir as estratégias operacionais e estabeleceríamos algumas metas factíveis de leverage, maximizando, dessa forma, o retorno do investimento  do Grande Acionista... Ele existe, certo?
 
 - Sobre todas as coisas.
 
 - Ótimo. O passo seguinte seria partir para um downsizing progressivo, encontrar sinergias high tech, redigir manuais de procedimento, definir o  marketing mix e investir no desenvolvimento de produtos alternativos de  alto valor agregado.  O mercado telestérico, por exemplo, me parece extremamente atrativo.
 
 - Incrível!
 
 - É óbvio que, para conseguir tudo isso, nós dois teremos que nomear um Board de altíssimo nível.
  Com um pacote de remuneração atraente, é claro, coisa assim de salário de seis dígitos e todos os fringe benefits e mordomias de praxe.  Porque, agora falando de colega para colega, tenho certeza de que você vai  concordar comigo, Pedro.
O desafio que temos pela frente vai resultar em um turnaround radical.
 
 - Impressionante!
 
 - Isso significa que podemos partir para a implementação?
 
 - Não. Significa que você terá um futuro brilhante se for trabalhar com o nosso concorrente. Porque você acaba de descrever, exatamente, como funciona o Inferno...
 
 

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Fwd: IMPORTANTÍSSIMO SABER

 

COISAS QUE TODOS PRECISAM SABER A RESPEITO DE UM CARA DA INFORMÁTICA

1) O CARA DA INFORMÁTICA dorme.
Pode parecer mentira, mas o CARA DA INFORMÁTICA precisa dormir como qualquer outra pessoa. Esqueça que ele
tem celular e telefone em casa, ligue só para o escritório;

2) O CARA DA INFORMÁTICA come.
Parece inacreditável, mas é verdade. O CARA DA INFORMÁTICA também precisa se alimentar e tem hora para isso;

3) CARA DA INFORMÁTICA pode ter família.
Essa é a mais incrível de todas: Mesmo sendo um CARA DA INFORMÁTICA, a pessoa precisa descansar
no final de semana para poder dar atenção à família, aos amigos e a si próprio, sem pensar ou falar em informática, impostos, formulários,
concertos e demonstrações, manutenção, vírus e etc.;

4) CARA DA INFORMÁTICA, como qualquer cidadão, precisa de dinheiro.
Por essa você não esperava, né? É surpreendente, mas o CARA DA INFORMÁTICA também paga impostos, compra comida, precisa de
combustível, roupas e sapatos, e ainda consome Lexotan para conseguir relaxar… Não peça aquilo pelo que não pode pagar ao CARA DA
INFORMÁTICA;

5) Ler, estudar também é trabalho. E trabalho sério. Pode parar de rir. Não é piada.
Quando um CARA DA INFORMÁTICA está concentrado num livro ou publicação especializada ele está se aprimorando como
profissional, logo trabalhando;

6) De uma vez por todas, vale reforçar:
O CARA DA INFORMÁTICA não é vidente, não joga tarô e nem tem bola de cristal, pois se você achou isto demita-o e contrate um PARANORMAL OU DETETIVE. Ele precisa planejar, se organizar e assim ter condições de fazer um bom trabalho, seja de que tamanho for. Prazos são essenciais e não um luxo… Se você quer um milagre, ore bastante, faça jejum, e deixe o pobre do CARA DA
INFORMÁTICA em paz;

7) Em reuniões de amigos ou festas de família.
O CARA DA INFORMÁTICA deixa de ser o CARA DA INFORMÁTICA e reassume seu posto de amigo ou
parente, exatamente como era antes dele ingressar nesta profissão. Não peça conselhos, dicas… ele tem direito de se divertir;

8) Não existe apenas um "levantamentozinho" , uma "pesquisazinha" , nem um "resuminho", um "programinha pra controlar minha loja", um
"probleminha que a maquina não liga", um "sisteminha" , uma "passadinha rápida (ALIAS CONTA-SE DE ONDE SAIMOS E ATÉ CHEGARMOS)",
Pois esqueça os "inha e os inho (programinha, sisteminha, olhadinha, )" pois OS CARAS DA INFORMATICA não resolvem este tipo de problema. Levantamentos, pesquisas e resumos são frutos de análises cuidadosas e requer atenção, dedicação. Esses tópicos podem parecer inconcebíveis a uma boa parte da população, mas servem para tornar a vida do CARA DA INFORMATICA mais suportável;

9) Quanto ao uso do celular: celular é ferramenta de trabalho.
Por favor, ligue, apenas, quando necessário. Fora do horário de expediente, mesmo que você ainda duvide, o CARA DA INFORMATICA pode
estar fazendo algumas coisas que você nem pensou que ele fazia, como dormir ou namorar, por exemplo;

10) Pedir a mesma coisa várias vezes não faz o CARA DA INFORMATICA trabalhar mais rápido.
Solicite, depois aguarde o prazo dado pelo CARA DA INFORMATICA;

11) Quando o horário de trabalho do período da manhã vai até 12h, não significa que você pode ligar às 11:58 horas.
Se você pretendia cometer essa gafe, vá e ligue após o horário do almoço (relembre o item 2). O mesmo vale para a parte da tarde: ligue no dia seguinte;

12) Quando CARA DA INFORMATICA estiver apresentando um projeto, por favor, não fique bombardeando com milhares de perguntas durante o
atendimento.
Isso tira a concentração, além de torrar a paciência. ATENÇÃO: Evite perguntas que não tenham relação com o projeto, tipo como…. vocês entendem é claro….;

13) O CARA DA INFORMATICA não inventa problemas, não muda versão de WINDOWS, não tem relação com vírus, NÃO É CULPADO PELO MAL USO DE
EQUIPAMENTOS, INTERNET E AFINS.
Não reclame! O CARA DA INFORMATICA com certeza fez o possível para você pagar menos. Se quer EMENDAR, EMENDE, mas antes demita o CARA DA INFORMATICA e contrate um QUEBRA GALHO;

14) Os CARAS DA INFORMATICA não são os criadores dos ditados "o barato sai caro" e "quem paga mal paga em dobro".
Mas eles concordam… ;

15) E, finalmente, o CARA DA INFORMATICA também é filho de DEUS.
E não filho disso que você pensou…;

16) Agora, depois de aprender sobre O CARA DA INFORMATICA, repasse aos seus amigos,afinal, essas verdades precisam chegar a todos.
O CARA DA INFORMATICA agradece.
 
 
 
 

segunda-feira, 26 de maio de 2008

A melhor empresa do mundo

 


Se a imagem não aparecer, aperte F5

Google Inc. é o nome da empresa que criou e mantém o maior site de busca da internet, o Google Search. O serviço foi criado a partir de um projeto de doutorado dos então estudantes Larry Page e Sergey Brin da Universidade de Stanford em 1996. Este projeto, chamado de Backrub, surgiu devido à frustração dos seus criadores com os sites de busca da época e teve por objetivo construir um site de busca mais avançado, rápido e com maior qualidade de ligações. Brin e Page conseguiram seu objetivo e, além disso, apresentaram um sistema com grande relevância às respostas e um ambiente extremamente simples.

O nome Google foi escolhido por causa da expressão googol, que representa o número 1 seguido de 100 zeros, para demonstrar assim a imensidão da Web.

A expressão googol surgiu de um fato um tanto curioso, o matemático Edward Kasner questionou o seu sobrinho de 8 anos sobre a forma como ele descreveria um número grande - um número realmente grande: o maior número que ele imaginasse. O pequeno Milton Sirotta emitiu um som de resposta que Kasner traduziu por "googol". Mais tarde, Kasner definiu um número ainda maior: o googolplex.

Segundo o documentário do Biography Channel sobre os criadores do Google, quando o primeiro investidor da empresa passou um cheque de 100 mil dólares perguntou a que ordem o devia passar. Brin e Page disseram que estavam a pensar dar o nome de "Googol" à empresa, mas o empresário, possivelmente por ignorância, escreveu "Google", obrigando, assim, a que a empresa tivesse este nome.

Agora, sem sombra de dúvidas, o que faz o Google ser esta empresa fantástica é o ambiente de trabalho. Olha só:


1

Ángel Jiménez de Luis, editor do Diario El Mundo da Espanha, fez uma visita a oficina do Google en Zurich (Suiça) e regressou com uma série de fotos que despertam a mais terrível inveja de todas.


2

O tobogã conecta a zona de oficinas do primero andar com a cafeteria e a academia. Para descer e comer não precisa esperar o elevador. Os recém chegados têm que descer por ele para se apresentar à todos, além de usar um ridículo chapéu colorido durante algumas horas.


3

A cafeteria serve café da manhã, almoço e janta preparados por cozinheiros contratados exclusivamente para o edifício. Tem comida para vegetarianos e como prato principal, um buffet de saladas com comidas feitas com ingredientes frescos do local.


4

As crianças são bem vindas e não é estranho ver os 'Googlers' indo trabalhar acompanhados de seus mascotes. Não há berçários - embora a empresa toda se pareça com uma quase sempre - mas sim, uma sala especial para trocar os bebês.


5

A boa comida grátis e os petiscos entre as horas sempre trazem uns 'quilinhos' a mais aos recém chegados que ficam popularmente conhecidos como 'os Os (letra O) do Google'. A academia do piso superior - que também é grátis - é o lugar onde se queimam os 'quilinhos'.



6

A sala de massagem é quase que um santuário. As poltronas vibradoras são gratuitas. Apenas o serviço de massagens é que são pagos, mas são subsidiados e com valores baixos. A empresa presenteia bônus de massagem ou reservas de horários.


7

Em cada andar tem ao menos 2 áreas de descanso com comida e bebida - é claro, grátis. Refrescos, sucos e café, muito café, mas também cerais, chocolates, sorvetes, batata fritas, frutas e uma ampla seleção de lanches saudáveis que tentam compensar o excesso de carboidratos.


8

Cada um administra seu tempo e seu trabalho como quer. Não há horário e nas horas de descansos é permitido jogar uma partida de Guitar Hero (jogo de vídeo game onde os jogadores tocam uma guitarra virtual), sinuca ou um jogo de mesa. Os prazos de entregas e desenvolvimento/ produção, isso sim, tem que ser cumprido.


9

Esta barra, similar a de uma estação de bombeiros, liga o segundo andar com a sala de jogos. Não precisa esperar o elevador para se divertir um pouco.


10

O espaço de trabalho é pequeno, mas as áreas de reuniões são muito amplas e temáticas. Esta cabine é de um autêntico teleférico e está situada em um andar decorado com fotos e objetos que lembram uma estação de esquí nos Alpes.


11

Nessas alturas você deve estar perguntando se no Google realmente se trabalha. Esta é uma área de trabalho convencional. Duas telas (monitores) é o padrão - economiza tempo e aumenta a produtividade - e os lugares são escolhidos livremente. Não é difícil ver os 'Googlers' mudando o lugar de trabalho com freqüencia.


12

O serviço técnico está em uma área do prédio decorada com ambiente hawaiano. Aqui se pode vir e buscar um cabo ou consertar um problema no seu laptop. As áreas de recreação estão repartidas por todo o prédio para que os 'Googlers' caminhem e se vejam.


13

As áreas de trabalho são sempre abertas. Para se ter privacidade durante uma conversa no telefone, tem que 'prender' em uma das múltiplas cabinas divididas pelo edifício. Em todas as paredes do prédio existem blocos de anotações, porque nunca se sabe em que momento pode surgir uma boa idéia.


14

O Salão da Água é uma área de paz e relaxamento no prédio. Há poltronas de massagens e a iluminação é mínima. É o lugar ideal para tirar aquela dormidinha básica após o almoço e descansar um pouco antes de uma reunião.


15

No entanto, é proibido o uso de celuláres e despertadores. A única atividade possível, além de descansar, é olhar os peixes tropicais nos aquários nas paredes.


16

As salas de reuniões do prédio têm nomes tirados de séries de TV e filmes famosos. Estes iglús estão na área do Star Wars e são autênticos refúgios que foram utilizados em missões científicas na Antártida.


17

Google é mais que uma empresa. Os trabalhadores se encontram na sede de forma periódica para realizarem atividades em conjunto e festas. Também não é raro encontrar grupos para praticar esportes desde ciclismo até esqui alpino. Além de tudo, os funcionários têm o famoso 20% de tempo de trabalho onde cada um pode dedicar-se a projetos pessoais e 10% para livre diposição absoluta.


18

Os trabalhadores passam apenas uma fração de seu tempo na mesa de trabalho. Na maioria das vezes trabalham com o laptop nas áreas de descanso, em pequenos grupos. Isto favorece a criatividade e a sociabilidade.


19

A biblioteca é uma das salas mais surpreendentes do prédio e a que tem as melhores vistas. Uma área de descanso com uma imensa cozinha e uma chaminé 'virtual'. Toda a mobília é reciclável e foram adquiridas de lojas de segunda mão.

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Re: O QUE É CAPAZ DE RESOLVER, MAS NÃO DE IMPRESSIONAR.

O mercado de trabalho está ficando dividido em duas facções:

1 - Uma, cada vez maior, é a dos que não conseguem boas vagas porque
não têm as qualificações requeridas.

2 - E o outro grupo, pequeno, mas crescente, é o dos que são admitidos
porque possuem todas as competências exigidas nos anúncios, mas não
poderão usar nem metade delas, porque, no fundo, a função não precisava
delas.

Alguém ponderará - com justa razão - que a empresa está de olho no
longo prazo: sendo portador de tantos talentos, o funcionário poderá ir
sendo preparado para assumir responsabilidades cada vez maiores.

Em uma empresa em que trabalhei, nós caímos nessa armadilha. Admitimos
um montão de gente superqualificada. E as conversas ficaram de tão alto
nível que um visitante desavisado confundiria nossa salinha do café com
a Fundação Alfred Nobel.

Pessoas superqualificadas não resolvem simples problemas!

Um dia um grupo de marketing e finanças foi visitar uma de nossas
fábricas e no meio da estrada, a van da empresa pifou. Como isso foi
antes do advento do milagre do celular, o jeito era confiar no
especialista, o Cleto, motorista da van. E aí todos descobriram que o
Cleto falava inglês, tinha informática e energia e criatividade e estava
fazendo pós-graduação... só que não sabia nem abrir o capô. Duas horas
depois, quando o pessoal ainda estava tentando destrinchar o manual do
proprietário, passou um sujeito de bicicleta. Para horror de todos, ele
falava "nóis vai" e coisas do gênero. Mas, em 2 minutos, para espanto
geral, botou a van para funcionar.

Deram-lhe uns trocados, e ele foi embora feliz da vida.

- Aquele ciclista anônimo era o protótipo do funcionário para quem as
Empresas modernas torcem o nariz:

O QUE É CAPAZ DE RESOLVER, MAS NÃO DE IMPRESSIONAR.






domingo, 13 de abril de 2008

Em 2010, Brasil terá escassez de 44 mil especialistas em redes


O Brasil enfrentará uma escassez de aproximadamente 44,4 mil especialistas em tecnologias de redes (cerca de 29% da demanda) em 2010. O alerta é de um estudo realizado pelo IDC Latin America - braço do International Data Corporation (IDC) -, com o patrocínio da Cisco. Conforme a pesquisa, em 2007 o déficit no País era de 29,2 mil profissionais (27%).

Segundo o levantamento, a falta de expertise é grave, especialmente em áreas como telefonia IP, soluções sem fio, segurança, gerenciamento e administração de redes, consideradas tecnologias avançadas. Somente neste nível de conhecimento, a estimativa para 2010 é de uma carência de mais de 27 mil especialistas - hoje, o mercado nacional já enfrenta a falta de 17 mil profissionais com este perfil.

Diante da tendência de convergência dos sistemas de comunicação, tais especialistas passam a ser essenciais para dar suporte ao crescimento das empresas e da economia como um todo. "Neste cenário, em uma economia cada vez mais competitiva, que necessita de informações, integração e mobilidade, esse profissional se tornará cada vez mais imprescindível no mercado de trabalho", diz o presidente da Cisco do Brasil, Pedro Ripper.

Na opinião do executivo, para o País, ter um gap de pessoas com formação nessa área pode significar impactos negativos na economia, já que essa demanda de conhecimento não poderá ser suprida de uma hora para outra. "É necessária uma ação imediata do governo e dos educadores, que garanta a continuidade do desenvolvimento do País e das empresas, que têm muito a se beneficiar com a adoção de novas tecnologias."

Os especialistas em redes podem ter formação em qualquer curso de graduação, em áreas ligadas a TI, como Ciências da Computação e Análise de Sistemas, por exemplo. Também podem obter a expertise por meio de cursos de especialização, oferecidos por instituições como Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), Fundação Bradesco e Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) de São Paulo, entre outros.

Atuando inicialmente como técnicos, eles podem chegar a cargos de gerência e direção nas empresas, atingindo até funções como Chief Technology Officer (CTO) ou Chief Security Officer (CSO). "Como a oferta começa a ser maior do que a demanda, a tendência é que esse profissional seja cada vez mais requisitado e, conseqüentemente, melhor remunerado", projeta Pedro Ripper.

Realizado desde março de 2007, o estudo do IDC Latin America analisou a situação atual de oferta e demanda por habilidades em redes em sete países: Brasil, México, Argentina, Colômbia, Chile, Costa Rica e Venezuela. No total, foram ouvidos aproximadamente 8,2 mil gerentes de TI de empresas de vários tamanhos e setores, incluindo governo, telecomunicações, saúde, educação e comércio.

De acordo com 46% dos entrevistados, o Brasil é o país onde há maior dificuldade em se encontrar candidatos tecnicamente qualificados. No México, a situação é menos grave, mas também exige atenção. No país, a carência em 2007 era de 20,3 mil profissionais (21% da demanda). Para 2010, a estimativa é de que faltem 28,7 mil especialistas em redes no país (24%). Por esta razão, mais da metade (54%) dos entrevistados demonstrou interesse em terceirizar os seus serviços na área de TI.

No total, 40% dos executivos consultados já utilizam a rede como forma de acesso remoto aos seus sistemas internos. Quase a totalidade (97%) dos entrevistados acredita que suas redes terão cada vez mais importância no futuro.

Em busca de soluções

Não é de hoje que o setor de tecnologia da informação como um todo enfrenta dificuldades para a obtenção de profissionais gabaritados. Conforme estatísticas do Ministério da Ciência e Tecnologia, o déficit atual de profissionais no segmento, hoje, já passa de 20 mil. Com uma previsão de crescimento de 11% no setor até o ano que vem, a tendência é de que a crise se acentue. A Sociedade Brasileira para Promoção da Exportação de Software (Softex), por exemplo, prevê, até 2012, um total de 230 mil vagas abertas em TI.

Além disso, conforme o IDC, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do governo federal, deverá resultar em grandes investimentos nas áreas de infra-estrutura e TI, contribuindo significativamente para o aumento dessa carência de profissionais. E, neste contexto, a busca de especialistas em redes é apenas uma das variáveis da grande equação a ser solucionada pelo mercado.

Por isso, algumas empresas - entre elas a própria Cisco - já mantêm iniciativas que visam diminuir o déficit de conhecimento tecnológico. O Cisco Networking Academy, programa global de educação para capacitação em tecnologia das comunicações, é uma destas ações. No Brasil, mais de 12 mil estudantes já se formaram por meio do programa desde 2000.

Gazeta Mercantil/Vida Executiva/Marcelo Monteiro - 11/04/2008

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Os escritórios estão com os dias contados

O trabalho a distância se relaciona com o bem-estar e a conciliação da vida familiar dos funcionários. Mas o que há por trás desse tipo de trabalho? Quem se beneficia mais com ele, o trabalhador ou a empresa? As vantagens para as companhias são claras: aumento da produtividade, diminuição dos custos e melhoria da satisfação do cliente. Mas vamos aprofundar o tema.

Imagine por um instante que seu centro de trabalho está na sala de sua casa. A economia de tempo em deslocamentos, uma maior capacidade para poder compatibilizar a vida familiar e o trabalho, ou a redução de uma série de custos fixos tanto para o trabalhador quanto para as empresas, são algumas das vantagens proporcionadas pela opção do chamado teletrabalho.

O avanço das novas tecnologias, especialmente a expansão da banda larga na internet, permitiu que muitas empresas oferecessem a seus empregados a possibilidade de trabalhar em tempo integral ou parcial em sua própria casa.

Mas o que há por trás desse tipo de trabalho? Quem mais se beneficia com ele, o trabalhador ou a empresa? As vantagens para as companhias com os teletrabalhadores móveis se resumem em três pontos: aumento de produtividade, diminuição dos custos e melhoria da satisfação do cliente.

Custos - "Existem muitos fatores que nos levam a pensar que são as companhias as que mais podem tirar partido desde modelo laboral", afirma Ignasi Buyreu, diretor da área de Capital Humano da Mercer. Para ele, o que primeiro vem à cabeça ao falar de modelos flexíveis de trabalho é a economia de custos que representa para as empresas. "Com uma linha direta você sabe que um funcionário pode estar ligado ao posto de trabalho constantemente e, além disso, pode estar em contato não só com as pessoas de seu escritório, mas com pessoas em outros países, a milhares de quilômetros de distância. Em suma, rompem-se as barreiras do espaço."

A empresa de trabalho temporário Randstad concorda com esse raciocínio: "O retorno do investimento é evidente quando se fala em teletrabalho, pois pode ser constatado de imediato, enquanto se reduzem os metros quadrados que é preciso pagar mensalmente pelo escritório", afirma um representante da companhia, que não se identificou.

"O problema na Espanha é que não foram feitos estudos econômicos suficientes sobre as conseqüências desse tipo de modelo flexível para as empresas", diz Fernando Rodríguez, diretor-geral da Citrix na Espanha. Calcula-se que cada posto de trabalho custa entre € 4 mil e € 6 mil ao ano para as companhias. Além disso, existem outras vantagens, mais difíceis de quantificar, como, por exemplo, a capacidade de responder imediatamente a um correio eletrônico de um cliente ou poder avisar a qualquer momento a respeito de um incidente ocorrido na empresa.

Satisfação - Do ponto de vista social, a perspectiva é diferente. Para Ignasi Buyreu, o fundamental é que, com essa opção, se permite compatibilizar a vida profissional com a familiar, o que beneficia, principalmente, as mulheres. "Com isso elas podem flexibilizar o tempo, se organizando e dar prioridade ao que precisam fazer, com o que exige sua produtividade", afirma Buyreu.

Apesar disso, as empresas devem ter claros os limites do trabalho a distância, para que este não chegue a invadir a vida particular, nem muito tempo livre das pessoas.

"As opções do teletrabalho são variadas, em função do tipo de empresa e da situação individual de cada trabalhador. No fundo, o indispensável é que cada funcionário tenha a sua disposição as aplicações necessárias para poder trabalhar quando precisar, esteja onde estiver", comenta Rodríguez, da Citrix.

Produtividade - Segundo um estudo recente elaborado pela empresa de consultoria independente IDC, com esse tipo de trabalho, os funcionários aumentam sua produtividade entre 10% e 30%. Além disso, a flexibilidade laboral é um fator fundamental para atrair talentos para a companhia. "Afinal você dispõe de acesso remoto aos programas de informática empregados diariamente em um escritório", reconhece Rodríguez. Ele próprio trabalha há sete anos a distância durante a maior parte do dia. "Para nós é possível porque nosso sistema está centralizado desde os Estados Unidos", explica.

Dificuldades -. Nem tudo é fácil no teletrabalho. Por um lado, as companhias precisam adotar uma política de comunicação interna muito definida, para evitar que os trabalhadores que passam mais tempo fora do escritório do que nele se sintam alheios à empresa. Por outro lado, o trabalho a distância exige um grande compromisso e responsabilidade de quem o utiliza.

Atualmente, segundo o informe da IDC, 10% das empresas européias contam com planos de mobilidade destinados a facilitar o uso das novas tecnologias para que os empregados possam trabalhar fora de seu posto e melhorar o rendimento empresarial. Em geral, tratam-se de iniciativas incipientes, que se limitam a facilitar a consulta do correio eletrônico mediante os novos celulares ou de agendas eletrônicas.

Na Espanha, o número de funcionários com esse tipo de flexibilidade é muito inferior ao de outros países com um nível de riqueza semelhante. A causa principal está no fato de que a rede empresarial espanhola está formada em sua maior parte por pequenas empresas, mais resistentes a investir nas tecnologias de comunicação necessárias para permitir o teletrabalho. "O mais comum é que os trabalhadores contem em seu computador portátil com os dois ou três programas mais utilizados em um escritório, além de acesso ao correio eletrônico e uma poucas aplicações de ofimática (ambiente de negócios inteligentes)", diz Rodríguez.

Segundo uma pesquisa internacional elaborada pela empresa de consultoria Forrester, os maiores obstáculos empresariais para confiar nesses instrumentos são os problemas de segurança na informação (35%), os custos (19%) e a desconfiança quanto à confiabilidade do funcionamento (16%).

Todas as previsões dos especialistas apontam para a progressiva introdução de terminais sem fios e para a implantação paulatina de uma rede de acesso de alta velocidade para acelerar o desenvolvimento das empresas. A IDC, por exemplo, avalia que os empregados com dispositivos móveis que lhes permitam realizar tarefas fora de seus postos de trabalho habituais passarão de 650 milhões, em 2004, para mais de 850 milhões em 2009, o que representa 25% da força de trabalho mundial.

Apesar disto, a IDC assinala que não haverá uma penetração maciça nas empresas enquanto os fabricantes, provedores e integradores de sistemas não assumirem mais riscos e os suportes financeiros sejam facilmente proporcionais em favor da mobilidade. "Com mais de 3,3 milhões de computadores portáteis à espera de serem embarcados para fins comerciais para a região, para 2008, acompanhados por outros 5,5 milhões de telefones inteligentes, o ambiente do escritório está desaparecendo com a passagem do tempo", afirma a empresa de consultoria em seu informe.

Gazeta Mercantil/Vida Executiva - 22/02/2008

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

PACIÊNCIA

Arnaldo Jabor

Ah! Se vendessem paciência nas farmácias e supermercados...
Muita gente iria gastar boa parte do salário nessa mercadoria
tão rara hoje em dia..
Por muito pouco a madame que parece uma 'lady' solta palavrões
e berros que lembram as antigas 'trabalhadoras do cais'...

E o bem comportado executivo?
O 'cavalheiro' se transforma numa 'besta selvagem' no trânsito
que ele mesmo ajuda a tumultuar...

Os filhos atrapalham, os idosos incomodam, a voz da vizinha é um tormento,
o jeito do chefe é demais para sua cabeça,
a esposa virou uma chata,
o marido uma 'mala sem alça'.
Aquela velha amiga uma 'alça sem mala',
o emprego uma tortura, a escola uma chatice.
O cinema se arrasta, o teatro nem pensar, até o passeio virou novela.

Outro dia, vi um jovem reclamando que o banco dele pela internet estava
demorando a dar o saldo, eu me lembrei da fila dos bancos e
balancei a cabeça, inconformado...

Vi uma moça abrindo um e-mail com um texto maravilhoso e
ela deletou sem sequer ler o título,
dizendo que era longo demais.

Pobres de nós, meninos e meninas sem paciência,
sem tempo para a vida, sem tempo para Deus.

A paciência está em falta no mercado, e pelo jeito,
a paciência sintética dos calmantes está cada vez mais em alta.

Pergunte para alguém, que você saiba que é 'ansioso demais'
onde ele quer chegar?
Qual é a finalidade de sua vida?
Surpreenda-se com a falta de metas, com o vago de sua resposta.
E você? Onde você quer chegar?
Está correndo tanto para quê? Por quem? Seu coração vai agüentar?
Se você morrer hoje de infarto agudo do miocárdio o mundo vai parar?
A empresa que você trabalha vai acabar?
As pessoas que você ama vão parar?
Será que você conseguiu ler até aqui?

Respire... Acalme-se...

O mundo está apenas na sua primeira volta e, com certeza, no final do dia vai completar o seu giro ao redor do sol, com ou sem a sua paciência...