quinta-feira, 26 de julho de 2007

EverNote 2.0

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http://info.abril.com.br/download/4860.shtml
 

quarta-feira, 25 de julho de 2007


 
E Lula encontrou a classe média...
Por Valéria Barini De Santis *

Finalmente, na última sexta-feira 13 a classe média brasileira teve uma oportunidade rara e única de se encontrar com o Presidente Lula. E que encontro! Finalmente pôde "dizer" o que realmente pensa sobre a administração federal que está em curso.
O público presente à abertura dos Jogos Pan-Americanos certamente não era aquele que recebe os benefícios do Bolsa Família e nem tampouco por aqueles que ganham milhões na ciranda financeira. O público presente era formado por homens e mulheres brasileiras que há anos trabalham cada vez mais, para ganhar cada vez menos. Quem foi ao Maracanã teve a ousadia de "relaxar e gozar" nos aeroportos, na esperança de concretizar em tempo a sua sonhada viagem ao Rio de Janeiro, paga em muitas prestações... Trata-se de um público que certamente rezou muito, para pedir proteção durante a sua estada na Cidade Maravilhosa, em que pessoas são assassinadas à luz do dia, todos os dias, há anos, e nada acontece.
Os brasileiros que receberam Lula na sexta-feira, são profissionais cobrados incansavelmente por seus chefes sobre se atingiram ou não as metas (muitas vezes inatingíveis) que as empresas lhes impõem. São aqueles que precisam prestar contas, elaborar mil relatórios, indicar "dia e hora" para a solução de cada um dos problemas que encontraram no dia-a-dia dos trabalhos que estão sob sua responsabilidade. Trabalham sob a imensa pressão da economia atual (globalizada??!!) e do mercado de trabalho, inflado por milhões de desempregados, ávidos por uma oportunidade.
Os brasileiros do Maracanã precisam pagar a escola de seus filhos, o plano de saúde, a previdência privada, o estacionamento para os seus carros, o alarme para sua casa, enfim, pagam tudo em dobro: o Estado já lhe cobra por tudo isso, mas como não lhe entrega nada, a classe média, acuada, se vê obrigada a comprar todos os serviços que o Estado lhe prometeu e não entregou da iniciativa privada, na esperança de, assim, viver de forma mais digna, segura, etc.
O Presidente se encontrou com uma parte da população que se informa, que assiste aos programas de televisão e entende a mensagem dos telejornais. Trata-se de público que acessa a Internet, que assina jornais e revistas, um público difícil de enganar, que não se contenta com pouco, com meias verdades, com palavras vazias. Lula esteve com o cidadão que está indignado com tudo o que está acontecendo na esfera pública e, principalmente, com o que não está acontecendo: com a falta de punição àqueles que assaltam o país sob os holofotes sem que nada lhes aconteça, sem o medo de serem punidos um dia.
Trata-se, portanto, que uma parcela da população que não mais acredita em suas respostas evasivas, em sua maneira estranha de governar, segundo a qual o governante deve permanecer inerte, aguardando que o problema se resolva sozinho. Realmente trata-se de método de gestão jamais visto em qualquer manual de administração.
No Governo Federal, chega-se ao absurdo de manterem-se no cargo ministros que não respeitam o cidadão (ministra Marta Suplicy com sua frase célebre, é uma ícone desse tipo de "gestor"), outros que mentem sobre as causas da crise aérea (ministro Mantega, com a sua: "é o preço do desenvolvimento"), que são acusados de corrupção, não se desvencilham das acusações, e que o Presidente quer reconduzir ao poder (Ministro das Minas e Energia...). Enfim, aos piores gestores que a classe média já assistiu, dá-se a segunda chance. A classe média não tem a segunda chance e não quer que os gestores do Brasil a tenham. Ao contrário, espera avidamente para que se implante, com urgência, um programa de tolerância zero contra a incompetência no setor público deste país!
Alguém precisa dizer ao Presidente que ele não é vítima de nada, a não ser de si mesmo! Ele é o presidente de "todos os brasileiros" e por isso, precisa e tem o dever de ouvir a todos, sem distinção, sobre o que pensam da sua política de assistencialismo sem uma proposta de longo prazo que a legitime, que nos faça ver que o sacrifício de hoje valha a pena.
A classe média está cansada de dar o sangue e não ser ouvida. Precisamos saber: qual é o projeto do Presidente Lula para o país, como e quando será concretizado, qual o plano estratégico para atingir os resultados pretendidos?
Presidente: o que aconteceu no Maracanã não foi perseguição ou acidente, foi a manifestação democrática de parte da população brasileira que o elegeu e que não está satisfeita com o seu trabalho. É só.

* Valéria Barini De Santis é advogada do escritório Barini De Santis Advogados, mestre em Direito pela Universidade Mackenzie São Paulo, professora de Ética e Legislação Publicitária e de Direito Autoral nos cursos de Comunicação Social do Ipep Campinas
À procura do candidato perfeito

Empresas disputam profissionais nota 10, capazes de cumprir as tarefas melhor que os outros. Lealdade, paixão pela ação e pelas mudanças e alto nível de confiança são algumas competências que as empresas exigem dos seus candidatos e, ao mesmo tempo, procuram potencializar nos seus empregados. O profissional, por outro lado, prefere ser julgado pelos seus resultados.

Os profissionais que exibem vários títulos acadêmicos e de masters das melhores escolas de administração já não são os mais desejados pelas empresas. Os conhecimentos estão abrindo caminho aos talentos e às competências, valores que as companhias tentam detectar em seus candidatos com um objetivo: aumentar a produtividade e melhorar os resultados do negócio.

Mas, afinal, o que são competências? Trata-se de um padrão de conduta relacionado com o rendimento superior em um posto e organização. A consultoria de recursos humanos Hay Selección enumera algumas dessas qualidades em um estudo. As empresas querem pessoas sem medo de mudanças, voltadas aos resultados, com iniciativa e afã de superação. Em resumo, procuram o candidato 10, capaz de fazer o seu trabalho melhor que os demais. E não é para menos: segundo este relatório, o desenvolvimento dessas competências determina diferenças de rendimento entre os profissionais que variam de 50% a 150%, dependendo da complexidade do posto.

As companhias disputam estes perfis brilhantes. Mas como identificar essas competências e acertar na seleção? As organizações estão preparadas para desenvolver essas habilidades em seus empregados? Para Lionel Terral, diretor geral da Hay Selección, não existe um perfil único. "O talento depende do ambiente, da empresa e da atividade. Por exemplo, um analista financeiro não precisa das mesmas competências que um diretor de recursos humanos", diz.

Por essas razões, Almudena Corral, diretora de qualidade e de processos da consultoria, considera que é um erro pedir as mesmas competências a um perfil júnior que as de um perfil de empregado de alto escalão. "Como se pode exigir orientação para o cliente de funcionário recentemente nomeado, que nunca enfrentou esta situação? O que é preciso detectar são habilidades como, a sua capacidade de causar impacto".

Corral diz que a melhor maneira de detectar isso é por meio da simulação, "do que através do que se denomina centro de avaliação, onde o profissional enfrenta situações para avaliar as suas competências e desenvolver o que a organização deseja".

Emilio Solís, diretor geral- adjunto da Hay Selección, diz que metodologias como esta são importantes para acertar. Mas faz uma ressalva. "As empresas também têm de dar a sua contribuição para isso e serem capazes de retribuir adequadamente aos candidatos que possuem essas competências."

Corral afirma que as organizações estão valorizando essas habilidades entre o quadro de funcionários, demonstrando especial interesse ao seu desenvolvimento por meio da avaliação e treinamento, trabalhos que envolvem seus comandos. Já Terral acrescenta que, neste sentido, o departamento de recursos humanos está se transformando em seu assessor.

A questão que se coloca é se a empresa - e, concretamente, a alta direção - está preparada para assumir a gestão de pessoas considerando as suas competências e as suas capacidades. Terral considera isso cada vez mais relevante. No entanto, Corral ressalta a importância de se escolher os executivos com cuidado, especialmente quando se recruta profissionais com essas competências entre os seus competidores. "Isso nem sempre funciona, porque o ambiente empresarial varia. É preciso atrair talentos, não roubá-los".

Gazeta Mercantil, Vida Executiva, Montse Mateos, 25/07/2007

terça-feira, 24 de julho de 2007

O que um líder cinco estrelas deve saber

Se desejamos construir famílias mais felizes, empresas mais saudáveis e comunidades mais solidárias precisamos mudar a forma de pensar a liderança. As competências aplicáveis nos últimos 50 anos não são mais tão úteis na nova sociedade do serviço, do cliente, do relacionamento móvel e do mundo volátil em que vivemos. Parecem desmoronar as verdades sobre a motivação, a lealdade, o comprometimento e - a liderança! A escassez de líderes competentes é um fato.

No campo político, a grande maioria dos países ressente-se da falta de estatura e competência de seus líderes. No mundo empresarial as empresas não conseguem formar líderes em quantidade e qualidade suficientes para se expandirem, nem para se posicionarem junto a seus clientes, fornecedores, parceiros. Nas famílias agrava-se a distância entre pais e filhos. As comunidades ressentem-se de lideranças mais eficazes.

O que fazer? Uma saída é tentar aprender com a prática daqueles a quem chamo de "líderes cinco-estrelas". Ao longo de minha carreira tenho tido a oportunidade de conviver com vários deles. São líderes - homens e mulheres, alguns bastante jovens - diferenciados, notáveis, mesmo aqueles que são anônimos por não ocuparem cargos nem posição social de destaque. Mas exercem a liderança de forma competente. Temos o que aprender com eles. Quais são seus segredos?

Oferecem causas, em vez de apenas empregos, tarefas ou metas. Criam um ambiente de motivação profunda ao deixar claro o significado que transcende a tarefa, o trabalho, o job description das pessoas que o cercam. Vão muito além de metas e objetivos a serem cumpridos. Indicam o "porto de chegada" e as escalas intermediárias na " viagem" da sua equipe, família, grupo comunitário. E deixam claro que o importante não é inventar o futuro, em vez de perder tempo tentando adivinhá-lo. Contribuem para ajudar as pessoas que os cercam a entenderem melhor os momentos que atravessam. Estimulam os outros no sentimento de que fazem parte de algo nobre, que extrapola a simples troca do trabalho por remuneração. E a superarem situações indesejadas ou inesperadas.

Formam outros líderes, em vez de apenas seguidores. O líder diferenciado não é mais aquele que tem atrás de si um grupo de pessoas que seguem fielmente o rumo traçado e são recompensadas pela sua lealdade. Essa é uma visão elitista da liderança que precisa ser desmistificada. Os líderes competentes são aqueles que têm em torno de si pessoas capazes de exercer a liderança quando necessário. Criam mecanismos, atitudes e posturas que estimulam o desenvolvimento do líder que existe dentro de cada um. Formam, assim, outros líderes. E fazem isso porque já perceberam que as empresas, hoje, necessitam de uma quantidade muito maior de líderes.

Lideram 360 graus, em vez de 90 graus. O líder diferenciado atua onde faz diferença. Não influencia somente quem está do lado "de dentro" numa família, empresa, escola, hospital. Exerce a liderança também "fora", para cima e para os lados. Na empresa, sabe que precisa exercer a liderança perante clientes, parceiros e comunidades. Cuida de perto dos canais de distribuição de seus produtos e serviços. Precisa, às vezes, intervir em operações de seus fornecedores para que esses garantam a qualidade e o custo requeridos para aumentar a competitividade de seu negócio. Precisa influenciar as associações no setor em que atua. Algumas vezes tem que articular com líderes comunitários para que a empresa exerça uma eficaz cidadania corporativa. O líder 360 graus consegue liderar também para "cima". Numa empresa, significa influenciar seu chefe, os diretores, o presidente, os acionistas - enfim, todos aqueles que, na escala de poder, ocupam posição hierárquica superior. Isso requer coragem, ousadia, iniciativa, criatividade.

Surpreendem pelos resultados, em vez de fazer apenas o combinado. O líder do futuro não será aquele que chega aonde anunciou que chegaria. Não bastará cumprir metas. Será aquele que fará mais do que o combinado, surpreenderá pelos resultados que conseguir transformar em realidade. Consegue obter resultados incomuns de pessoas comuns. Surpreende, superando sempre o esperado. Em vez de dar ordens e cobrar rendimento, incentiva cada um a fazer o seu melhor. E dá o melhor de si. Não espera acontecer. Cria as oportunidades. Estimula o senso de urgência e não deixa as coisas para amanhã. Incentiva parcerias, apóia iniciativas. Prioriza o que a equipe precisa, não apenas o que desejam seus integrantes. Consegue o grau de compromisso e disciplina necessário para realizar sonhos definidos em conjunto, não apenas satisfações imediatistas. Celebra os sucessos e as pequenas vitórias. Distribui parte dos resultados gerados, em retribuição à comunidade.

Inspiram pelos valores, em vez de apenas pelo carisma. Inspirar pelos valores é a tarefa mais importante desses líderes. É a "cola" que une as outras forças do líder, a que dá sentido a tudo. O líder diferenciado compreende que o critério do sucesso não é apenas o resultado, mas também a forma como o resultado é obtido. Constrói um código de conduta com os integrantes dos grupos dos quais faz parte, em torno de valores que são explicitados, disseminados e praticados.

Constrói uma cultura aceita e compromissada. O líder cinco-estrelas cria um clima de ética, integridade, confiança, respeito pelo outro, transparência, aprendizado contínuo, inovação, proatividade, paixão, humildade, inteligência emocional. Cultiva a capacidade de servir clientes, fornecedores, comunidades, parceiros. Encara o empreendedorismo como um estado de espírito, não como sinônimo de pessoa jurídica. Esse líder educa pelo exemplo. Fala aos olhos, não apenas aos ouvidos.

Se esses "segredos" não passarem por suficientes, resta adicionar duas outras atitudes que distinguem ainda mais esses "líderes cinco-estrelas".

A primeira delas é que esses líderes aprenderam a ser líderes 24 horas por dia, ou seja, em todas as dimensões da vida. Exercem a liderança de forma coerente no escritório, em casa, na escola, na comunidade. Entendem que a liderança não ocorre apenas quando estamos no trabalho. Por que salientar essa atitude? Porque, infelizmente, a maioria exerce o papel de líder apenas quando está no seu ambiente formal e se comporta de modo completamente diferente - às vezes até antagônico - em outras circunstancias da vida. São "líderes meia-boca" que defendem certos valores quando estão com o crachá das suas organizações, mas que têm outras atitudes quando estão em casa ou em diversas situações do cotidiano.

A segunda atitude é que esses líderes, antes de pretender liderar os outros, aprenderam a liderar a si mesmos. Essa é uma das competências mais fundamentais dos chamados líderes cinco-estrelas. Sabem que, ao liderar, desafiam as pessoas a mudarem seus hábitos cotidianos, posturas, atitudes, comportamentos, modos de pensar - enfim, a modificar a forma de encarar suas vidas.

Esses líderes verdadeiros entendem que a mudança começa dentro de cada um de nós. Mas esses sabem que o líder, quando deseja mudar algo, deve começar a mudança em si. Sabem que liderança não é uma questão técnica, mas de atitudes e posturas. Atitudes perante outros, mas também perante a si mesmo. Isso implica em liderar suas emoções, seus ímpetos, suas deficiências e saber suplementá-las com pessoas de sua equipe ou com parceiros na sua vida pessoal. Isso exige elevada dose de autoconhecimento.

E você, leitor? Quais desses pontos você já pratica e não constituem segredos para você? Quais os que você precisa praticar mais para ser também chamado um "líder cinco-estrelas"?

Temos de evitar atuar no novo jogo da liderança usando aquela velha forma de pensar que nos conduz sempre aos mesmos lugares. Temos de mudar o padrão da liderança se de fato desejamos criar famílias bem mais felizes, empresas mais saudáveis e comunidades mais solidárias.

Gazeta Mercantil, Vida Executiva, César Souza, 24/07/2007

quinta-feira, 19 de julho de 2007

Funeral em Cuba!!!!

Toda a família em Cuba se surpreendeu quando chegou de Miami um ataúde com o cadáver de uma tia muito querida.

O corpo estava tão apertado no caixão que o rosto estava colado no visor de cristal...

Quando abriram,encontraram uma carta, presa com um alfinete na roupa que dizia assim:

Queridos Papai e Mamãe,

Estou lhes enviando os restos da tia Josefa para que façam o seu enterro em Cuba, como ela queria.

Desculpem por não poder acompanhá-la, mas compreenderão que tive muitos gastos com todas as coisas que, aproveitando as circunstâncias, vos envio.

Encontrarão dentro do caixão, debaixo do corpo, o seguinte:
- 12 latas de atum Bumble Bee;
- 12 frascos de condicionador e 12 de champô, tudo da Paul Mitchell;
- 12 frascos de vaselina Intensive Care (muito boa para a pele.... mas não serve para cozinhar);
- 12 tubos de pasta de dentes Crest;
- 12 escovas de dentes;
- 12 latas de Spam (das boas... são espanholas); e
- 4 latas de chouriço El Miño.

Repartam com a familia, sem brigas!

Nos pés da tia estão um par de ténis Reebok novos, tamanho 9, para o Joselito (é para ele, pois com o cadáver do tio não se mandou nada e ele ficou amuado).

Sob a cabeça estão 4 pares de "popis" novos para os filhos de Antonio, são de cores diferentes.

Por favor, repito: não briguem!

A tia está vestida com 15 pulôveres Ralph Lauren; um para o Robertinho e os demais para os filhos e os netos dele.

Ela também usa uma dezena de soutiens Wonder Bra (o meu favorito): dividam entre as mulheres e também os 20 frascos de verniz para as unhas da Revlon (estão nos cantos do caixão).
As 3 dezenas de tanguinhas da Victoria's Secret devem ser repartidas entre as minhas sobrinhas e as minhas primas.

A tia também está vestida com nove calças Docker's e 3 jeans Lee.

Pai fique com as 3 e as outras são para os meninos. O relógio suiço que me pediu está no pulso esquerdo da tia. Ela também tem com ela o que a mãe pediu: pulseiras, anéis, etc.

A gargantilha que a tia tem posta é para a prima Rebeca e também os anéis que ela tem nos pés.
Os vinte pares de meia Channel que ela veste, são para repartir entre as conhecidas e amigas... ou, se quiserem, vendam-nas.

Por favor, não briguem por causa destas coisas.

Não briguem!

A dentadura que pusemos na tia, é para o avô que, ainda que não tenha o que mastigar, com ela se dará melhor (ele que a use, porque foi bem cara). Os óculos bifocais, são para o Alfredito,
pois são do mesmo grau que ele usa, e também o chapéu que a tia usa.

Os aparelhos para surdez que ela tem nos ouvidos são para a Carola.

Não são exatamente os que ela necessita, mas que os use mesmo assim, porque são caríssimos!

Os olhos da tia, não são dela, são de vidro. Tirem-nos e nas órbitas, vão encontrar a corrente de ouro para o Gustavo e o anel de brilhantes para o casamento da Katiuska. A peruca platinada,
com reflexos dourados, que a tia usa, também é para Katiuska, que vai brilhar, linda em seu casamento.

Com amor, da vossa filha Carmencita

PS1: Por favor, arrumem uma roupa para vestir a tia e mandem rezar uma missa pelo descanso de sua alma, pois ela, realmente, ajudou até depois de morta. Como repararam, o caixão é de
madeira boa (nela o bicho da madeira não entra): podem desmontá-lo e fazer os pés da cama de mamãe e outros consertos em casa.

O vidro do caixão serve para fazer um porta-retrato da fotografia da avó, que está, há anos, a precisar de um novo.

Com o forro do caixão, que é de cetim branco (US$ 29,90 o metro), Katiuska pode fazer o seu vestido de noiva.

Agora vejam lá se com alegria dos presentes, se esquecem de vestirem a tia para o enterro!!!

Com amor,
Carmencita

PS2: Com a morte da tia Josefa, tia Blanca caiu doente. Se quiserem antecipar algum pedido...

segunda-feira, 16 de julho de 2007


  PLANTÃO INFO / 07/2007 / tecnologia

Ladrões de cartão fazem doações de caridade

Sexta-feira, 13 de julho de 2007 - 13h43