quinta-feira, 26 de julho de 2007
quarta-feira, 25 de julho de 2007
Empresas disputam profissionais nota 10, capazes de cumprir as tarefas melhor que os outros. Lealdade, paixão pela ação e pelas mudanças e alto nível de confiança são algumas competências que as empresas exigem dos seus candidatos e, ao mesmo tempo, procuram potencializar nos seus empregados. O profissional, por outro lado, prefere ser julgado pelos seus resultados.
Os profissionais que exibem vários títulos acadêmicos e de masters das melhores escolas de administração já não são os mais desejados pelas empresas. Os conhecimentos estão abrindo caminho aos talentos e às competências, valores que as companhias tentam detectar em seus candidatos com um objetivo: aumentar a produtividade e melhorar os resultados do negócio.
Mas, afinal, o que são competências? Trata-se de um padrão de conduta relacionado com o rendimento superior em um posto e organização. A consultoria de recursos humanos Hay Selección enumera algumas dessas qualidades em um estudo. As empresas querem pessoas sem medo de mudanças, voltadas aos resultados, com iniciativa e afã de superação. Em resumo, procuram o candidato 10, capaz de fazer o seu trabalho melhor que os demais. E não é para menos: segundo este relatório, o desenvolvimento dessas competências determina diferenças de rendimento entre os profissionais que variam de 50% a 150%, dependendo da complexidade do posto.
As companhias disputam estes perfis brilhantes. Mas como identificar essas competências e acertar na seleção? As organizações estão preparadas para desenvolver essas habilidades em seus empregados? Para Lionel Terral, diretor geral da Hay Selección, não existe um perfil único. "O talento depende do ambiente, da empresa e da atividade. Por exemplo, um analista financeiro não precisa das mesmas competências que um diretor de recursos humanos", diz.
Por essas razões, Almudena Corral, diretora de qualidade e de processos da consultoria, considera que é um erro pedir as mesmas competências a um perfil júnior que as de um perfil de empregado de alto escalão. "Como se pode exigir orientação para o cliente de funcionário recentemente nomeado, que nunca enfrentou esta situação? O que é preciso detectar são habilidades como, a sua capacidade de causar impacto".
Corral diz que a melhor maneira de detectar isso é por meio da simulação, "do que através do que se denomina centro de avaliação, onde o profissional enfrenta situações para avaliar as suas competências e desenvolver o que a organização deseja".
Emilio Solís, diretor geral- adjunto da Hay Selección, diz que metodologias como esta são importantes para acertar. Mas faz uma ressalva. "As empresas também têm de dar a sua contribuição para isso e serem capazes de retribuir adequadamente aos candidatos que possuem essas competências."
Corral afirma que as organizações estão valorizando essas habilidades entre o quadro de funcionários, demonstrando especial interesse ao seu desenvolvimento por meio da avaliação e treinamento, trabalhos que envolvem seus comandos. Já Terral acrescenta que, neste sentido, o departamento de recursos humanos está se transformando em seu assessor.
A questão que se coloca é se a empresa - e, concretamente, a alta direção - está preparada para assumir a gestão de pessoas considerando as suas competências e as suas capacidades. Terral considera isso cada vez mais relevante. No entanto, Corral ressalta a importância de se escolher os executivos com cuidado, especialmente quando se recruta profissionais com essas competências entre os seus competidores. "Isso nem sempre funciona, porque o ambiente empresarial varia. É preciso atrair talentos, não roubá-los".
terça-feira, 24 de julho de 2007
Se desejamos construir famílias mais felizes, empresas mais saudáveis e comunidades mais solidárias precisamos mudar a forma de pensar a liderança. As competências aplicáveis nos últimos 50 anos não são mais tão úteis na nova sociedade do serviço, do cliente, do relacionamento móvel e do mundo volátil em que vivemos. Parecem desmoronar as verdades sobre a motivação, a lealdade, o comprometimento e - a liderança! A escassez de líderes competentes é um fato.
No campo político, a grande maioria dos países ressente-se da falta de estatura e competência de seus líderes. No mundo empresarial as empresas não conseguem formar líderes em quantidade e qualidade suficientes para se expandirem, nem para se posicionarem junto a seus clientes, fornecedores, parceiros. Nas famílias agrava-se a distância entre pais e filhos. As comunidades ressentem-se de lideranças mais eficazes.
O que fazer? Uma saída é tentar aprender com a prática daqueles a quem chamo de "líderes cinco-estrelas". Ao longo de minha carreira tenho tido a oportunidade de conviver com vários deles. São líderes - homens e mulheres, alguns bastante jovens - diferenciados, notáveis, mesmo aqueles que são anônimos por não ocuparem cargos nem posição social de destaque. Mas exercem a liderança de forma competente. Temos o que aprender com eles. Quais são seus segredos?
Oferecem causas, em vez de apenas empregos, tarefas ou metas. Criam um ambiente de motivação profunda ao deixar claro o significado que transcende a tarefa, o trabalho, o job description das pessoas que o cercam. Vão muito além de metas e objetivos a serem cumpridos. Indicam o "porto de chegada" e as escalas intermediárias na " viagem" da sua equipe, família, grupo comunitário. E deixam claro que o importante não é inventar o futuro, em vez de perder tempo tentando adivinhá-lo. Contribuem para ajudar as pessoas que os cercam a entenderem melhor os momentos que atravessam. Estimulam os outros no sentimento de que fazem parte de algo nobre, que extrapola a simples troca do trabalho por remuneração. E a superarem situações indesejadas ou inesperadas.
Formam outros líderes, em vez de apenas seguidores. O líder diferenciado não é mais aquele que tem atrás de si um grupo de pessoas que seguem fielmente o rumo traçado e são recompensadas pela sua lealdade. Essa é uma visão elitista da liderança que precisa ser desmistificada. Os líderes competentes são aqueles que têm em torno de si pessoas capazes de exercer a liderança quando necessário. Criam mecanismos, atitudes e posturas que estimulam o desenvolvimento do líder que existe dentro de cada um. Formam, assim, outros líderes. E fazem isso porque já perceberam que as empresas, hoje, necessitam de uma quantidade muito maior de líderes.
Lideram 360 graus, em vez de 90 graus. O líder diferenciado atua onde faz diferença. Não influencia somente quem está do lado "de dentro" numa família, empresa, escola, hospital. Exerce a liderança também "fora", para cima e para os lados. Na empresa, sabe que precisa exercer a liderança perante clientes, parceiros e comunidades. Cuida de perto dos canais de distribuição de seus produtos e serviços. Precisa, às vezes, intervir em operações de seus fornecedores para que esses garantam a qualidade e o custo requeridos para aumentar a competitividade de seu negócio. Precisa influenciar as associações no setor em que atua. Algumas vezes tem que articular com líderes comunitários para que a empresa exerça uma eficaz cidadania corporativa. O líder 360 graus consegue liderar também para "cima". Numa empresa, significa influenciar seu chefe, os diretores, o presidente, os acionistas - enfim, todos aqueles que, na escala de poder, ocupam posição hierárquica superior. Isso requer coragem, ousadia, iniciativa, criatividade.
Surpreendem pelos resultados, em vez de fazer apenas o combinado. O líder do futuro não será aquele que chega aonde anunciou que chegaria. Não bastará cumprir metas. Será aquele que fará mais do que o combinado, surpreenderá pelos resultados que conseguir transformar em realidade. Consegue obter resultados incomuns de pessoas comuns. Surpreende, superando sempre o esperado. Em vez de dar ordens e cobrar rendimento, incentiva cada um a fazer o seu melhor. E dá o melhor de si. Não espera acontecer. Cria as oportunidades. Estimula o senso de urgência e não deixa as coisas para amanhã. Incentiva parcerias, apóia iniciativas. Prioriza o que a equipe precisa, não apenas o que desejam seus integrantes. Consegue o grau de compromisso e disciplina necessário para realizar sonhos definidos em conjunto, não apenas satisfações imediatistas. Celebra os sucessos e as pequenas vitórias. Distribui parte dos resultados gerados, em retribuição à comunidade.
Inspiram pelos valores, em vez de apenas pelo carisma. Inspirar pelos valores é a tarefa mais importante desses líderes. É a "cola" que une as outras forças do líder, a que dá sentido a tudo. O líder diferenciado compreende que o critério do sucesso não é apenas o resultado, mas também a forma como o resultado é obtido. Constrói um código de conduta com os integrantes dos grupos dos quais faz parte, em torno de valores que são explicitados, disseminados e praticados.
Constrói uma cultura aceita e compromissada. O líder cinco-estrelas cria um clima de ética, integridade, confiança, respeito pelo outro, transparência, aprendizado contínuo, inovação, proatividade, paixão, humildade, inteligência emocional. Cultiva a capacidade de servir clientes, fornecedores, comunidades, parceiros. Encara o empreendedorismo como um estado de espírito, não como sinônimo de pessoa jurídica. Esse líder educa pelo exemplo. Fala aos olhos, não apenas aos ouvidos.
Se esses "segredos" não passarem por suficientes, resta adicionar duas outras atitudes que distinguem ainda mais esses "líderes cinco-estrelas".
A primeira delas é que esses líderes aprenderam a ser líderes 24 horas por dia, ou seja, em todas as dimensões da vida. Exercem a liderança de forma coerente no escritório, em casa, na escola, na comunidade. Entendem que a liderança não ocorre apenas quando estamos no trabalho. Por que salientar essa atitude? Porque, infelizmente, a maioria exerce o papel de líder apenas quando está no seu ambiente formal e se comporta de modo completamente diferente - às vezes até antagônico - em outras circunstancias da vida. São "líderes meia-boca" que defendem certos valores quando estão com o crachá das suas organizações, mas que têm outras atitudes quando estão em casa ou em diversas situações do cotidiano.
A segunda atitude é que esses líderes, antes de pretender liderar os outros, aprenderam a liderar a si mesmos. Essa é uma das competências mais fundamentais dos chamados líderes cinco-estrelas. Sabem que, ao liderar, desafiam as pessoas a mudarem seus hábitos cotidianos, posturas, atitudes, comportamentos, modos de pensar - enfim, a modificar a forma de encarar suas vidas.
Esses líderes verdadeiros entendem que a mudança começa dentro de cada um de nós. Mas esses sabem que o líder, quando deseja mudar algo, deve começar a mudança em si. Sabem que liderança não é uma questão técnica, mas de atitudes e posturas. Atitudes perante outros, mas também perante a si mesmo. Isso implica em liderar suas emoções, seus ímpetos, suas deficiências e saber suplementá-las com pessoas de sua equipe ou com parceiros na sua vida pessoal. Isso exige elevada dose de autoconhecimento.
E você, leitor? Quais desses pontos você já pratica e não constituem segredos para você? Quais os que você precisa praticar mais para ser também chamado um "líder cinco-estrelas"?
Temos de evitar atuar no novo jogo da liderança usando aquela velha forma de pensar que nos conduz sempre aos mesmos lugares. Temos de mudar o padrão da liderança se de fato desejamos criar famílias bem mais felizes, empresas mais saudáveis e comunidades mais solidárias.
quinta-feira, 19 de julho de 2007
Funeral em Cuba!!!!
O corpo estava tão apertado no caixão que o rosto estava colado no visor de cristal...
Quando abriram,encontraram uma carta, presa com um alfinete na roupa que dizia assim:
Queridos Papai e Mamãe,
Estou lhes enviando os restos da tia Josefa para que façam o seu enterro em Cuba, como ela queria.
Desculpem por não poder acompanhá-la, mas compreenderão que tive muitos gastos com todas as coisas que, aproveitando as circunstâncias, vos envio.
Encontrarão dentro do caixão, debaixo do corpo, o seguinte:
- 12 latas de atum Bumble Bee;
- 12 frascos de condicionador e 12 de champô, tudo da Paul Mitchell;
- 12 frascos de vaselina Intensive Care (muito boa para a pele.... mas não serve para cozinhar);
- 12 tubos de pasta de dentes Crest;
- 12 escovas de dentes;
- 12 latas de Spam (das boas... são espanholas); e
- 4 latas de chouriço El Miño.
Repartam com a familia, sem brigas!
Nos pés da tia estão um par de ténis Reebok novos, tamanho 9, para o Joselito (é para ele, pois com o cadáver do tio não se mandou nada e ele ficou amuado).
Sob a cabeça estão 4 pares de "popis" novos para os filhos de Antonio, são de cores diferentes.
Por favor, repito: não briguem!
A tia está vestida com 15 pulôveres Ralph Lauren; um para o Robertinho e os demais para os filhos e os netos dele.
Ela também usa uma dezena de soutiens Wonder Bra (o meu favorito): dividam entre as mulheres e também os 20 frascos de verniz para as unhas da Revlon (estão nos cantos do caixão).
As 3 dezenas de tanguinhas da Victoria's Secret devem ser repartidas entre as minhas sobrinhas e as minhas primas.
A tia também está vestida com nove calças Docker's e 3 jeans Lee.
Pai fique com as 3 e as outras são para os meninos. O relógio suiço que me pediu está no pulso esquerdo da tia. Ela também tem com ela o que a mãe pediu: pulseiras, anéis, etc.
A gargantilha que a tia tem posta é para a prima Rebeca e também os anéis que ela tem nos pés.
Os vinte pares de meia Channel que ela veste, são para repartir entre as conhecidas e amigas... ou, se quiserem, vendam-nas.
Por favor, não briguem por causa destas coisas.
Não briguem!
A dentadura que pusemos na tia, é para o avô que, ainda que não tenha o que mastigar, com ela se dará melhor (ele que a use, porque foi bem cara). Os óculos bifocais, são para o Alfredito,
pois são do mesmo grau que ele usa, e também o chapéu que a tia usa.
Os aparelhos para surdez que ela tem nos ouvidos são para a Carola.
Não são exatamente os que ela necessita, mas que os use mesmo assim, porque são caríssimos!
Os olhos da tia, não são dela, são de vidro. Tirem-nos e nas órbitas, vão encontrar a corrente de ouro para o Gustavo e o anel de brilhantes para o casamento da Katiuska. A peruca platinada,
com reflexos dourados, que a tia usa, também é para Katiuska, que vai brilhar, linda em seu casamento.
Com amor, da vossa filha Carmencita
PS1: Por favor, arrumem uma roupa para vestir a tia e mandem rezar uma missa pelo descanso de sua alma, pois ela, realmente, ajudou até depois de morta. Como repararam, o caixão é de
madeira boa (nela o bicho da madeira não entra): podem desmontá-lo e fazer os pés da cama de mamãe e outros consertos em casa.
O vidro do caixão serve para fazer um porta-retrato da fotografia da avó, que está, há anos, a precisar de um novo.
Com o forro do caixão, que é de cetim branco (US$ 29,90 o metro), Katiuska pode fazer o seu vestido de noiva.
Agora vejam lá se com alegria dos presentes, se esquecem de vestirem a tia para o enterro!!!
Com amor,
Carmencita
PS2: Com a morte da tia Josefa, tia Blanca caiu doente. Se quiserem antecipar algum pedido...
segunda-feira, 16 de julho de 2007
Ladrões de cartão fazem doações de caridade
Sexta-feira, 13 de julho de 2007 - 13h43
Carlos Machado, da INFO
sexta-feira, 13 de julho de 2007
NÃO BASTA SER PAI, TEM QUE SER RENAN
O texto abaixo é uma criação do jornalista Walter Navarro, do jornal 'O Tempo', de Belo Horizonte, MG, no melhor estilo do Padre Antônio Vieira ou de Gregório de Mattos Guerra, 'O Boca do Inferno'. Para quem não pode pegar o próximo vôo para Paris, é a única coisa que nos resta: a ironia mordaz, o sarcasmo indizível, a zombaria cáustica, o deboche amargo. É a farpa que fere e sangra. Confiram!!!
'Quem tem fama deita na Gautama. Por isso eu não compraria um submarino usado do Renan Calheiros, mesmo porque minha carteira de habilitação venceu em 2002. Todavia, acho uma covardia o que estão fazendo com o presidente do Senado. No fundo, bem no fundinho, tudo isso não passa de inveja do pênis, ignomínias e complô das elites.
Querem o quê? Que Renan seja condenado à morte como o corrupto funcionário chinês ou que se suicide como o ministro japonês corrupto? Daqui a pouco vão dizer que o Renan mandou fechar o SBT da Venezuela... Se bem que, pra acabar com o 'Domingão do Faustão', eu cortaria a concessão da Globo. Afinal de contas, o que fez de mais Renan, o Menestrel das Alagoas? Nada! Seu pecado foi ser fervoroso católico. Não usou camisinha, nem fez aborto... E não sejamos hipócritas. Que atire a primeira pedra quem nunca engravidou uma jornalista bonita e gostosa que queria se dar bem na vida trabalhando deitada. E vocês viram a cara da mulher (patroa) do Renan? Para defini-la, só incorporando o Clodovil: horrorosa! Um bagulho! Mais feia que a necessidade correndo atrás da mãe pelada! Se ela fosse minha mulher, eu engravidaria não só a jornalista Mônica Veloso, mas o Caetano Veloso, a Maria Bethânia, Dona Canô, Gal Costa, Gilberto Gil, ACM e todos os santos da Bahia!
Quando eu crescer, quero ser filho do Renan Calheiros. O problema é que eu ia querer ser bebê a vida inteira, pra ficar mamando naquela beleza de jornalista, orgulho da raça. Esta Mônica Veloso Lewinski é um gênio! Ao perceber que jornalismo não dá dinheiro, tratou logo de dar... Dar... Digamos... Dar um jeito, mas um jeitinho bem gostoso no salão oval do Senado, onde Renan, inimigo de Onan, não só acendeu, como apertou, fumou, tragou e emprenhou. Sem querer, Mônica ensinou o caminho das pedras para suas colegas de profissão. Se eu fosse jornalista, mulher, bonita e gostosa, eu sairia dando meus jeitinhos por aí ao primeiro senador que aparecesse.
Deputado também serve, mas só se for da base aliada.
Minha única saída é inventar que sou filho do Renan. Falsificar umas certidões, umas ideologias e, de quebra, umas carteirinhas da UNE pra ver filme de mulher pelada com meia-entrada... Deve ser ótimo ser filho do Renan Calheiros... Já me imagino encontrando com ele, nos corredores de Brasília, correndo, abrindo os braços e gritando, sem medo de ser feliz: Papai!? E minhas festinhas de aniversário? Eu ia ganhar tanto presente quanto o filho do Michael Corleone, no 'Poderoso Chefão 2': um caminhãozinho cheio de euros (dólar é dinheiro de pobre, de cueca), um banco imobiliário de verdade, uma conta no exterior e uma ponte inacabada ligando o nada a lugar nenhum, quer dizer, Alagoas ao Maranhão.
Sem falar nos mimos dos empreiteiros pra eu vender quando precisar de um bom advogado, como o Kakay e o Márcio Thomaz Bastos. Se bem que eles nunca cobrariam do filho do Renan e do afilhado do Lula, do Sarney, do Silas Rondeau, do Cláudio Gontijo Mendes Jr... Um monte de padrinhos, como no 'Poderoso Chefão 3'.
E a mesada das construtoras para minha educação e cultura? R$ 100 mil aqui, 200 acolá... Fora o apartamento, o mensalão, perdão, a pensão e uns R$ 50 mil pras aulas de piano, balé e solfejo. E quando eu crescesse e tivesse filhos, cada um com uma jornalista, eu ganharia ainda mais dinheiro, desde que, tal pai tal filho, eu fosse o senador Walter Calheiros.
Se não der certo, numa Operação Walter Navalha, posso ter um filho com o Zuleido Veras. E que do nosso amor nasça apenas um bigodão soltando gases, que é pra gente descolar uns créditos de carbono por fora... Zuleido is beautiful. Zuleido é meu personal Delúbio. Zuleido agora pode ir à 'Dança dos Famosos do Faustão', por enquanto... Zuleido não gosta de chegar em segundo lugar. Zuleido é a Campanha do Agasalho. Zuleido é gente que faz.
Zuleido é um jeito Zuleido de ser. Um jeito pasta de amendoim. Zuleido é uma liberdade azul e desbotada que não tem cheiro, não deforma, nem solta as tiras. Chega de intermediários! Zuleido lá! Zuleido Já! Agora é Zuleido!
Zuleido para presidente, o resto é peido!
Zuleido e Renan, como todos nós, têm um lado B, o lado Brastemp. O lado B é o autêntico, aquele que tá nem aí para o que os outros vão pensar. É o lado que vê final de novela, que não tem vergonha, que não tem governo, nem nunca terá. Zuleido e Renan têm cheque especial Banespa. Renan e Zuleido são o blefe do jogador, a placa de contramão, o sangue no olhar do vampiro alquimista. As contas do Maluf no exterior, a beira do abismo e a Lady Murphy. O caseiro Francenildo e a dona de casa, nos pegue-pagues do mundo.
O Waldomiro Diniz, os Correios, o Mensalão e as Ambulâncias. A mosca na sopa, o dente do tubarão, o Legacy, a CPI, o Apagão Aéreo, a Venda de Sentenças, a bala perdida, a falsa bala de festim e o Judiciário amigo. A mãe, o pai, o avô e o filho que ainda não veio. A Telemar, o Lulinha, o Severino, o
Lidere primeiro a si mesmo
10 de julho de 2007 - Sabe quando você está angustiado por não conseguir integrar os membros da sua equipe e alcançar os resultados desejados? Ou quando não consegue obter de outro departamento o que ficou combinado e sua área está prejudicada? Quando seu filho parece andar fazendo tudo para lhe contrariar? E, ainda por cima, quando você não está conseguindo equilibrar sua vida profissional com a tão sonhada qualidade de vida?
O que está em questão é a sua competência como líder. Mas quando se pensa em liderança, a maioria da literatura e dos programas de treinamento parte do princípio de que temos de nos capacitar para liderar... os outros! Ensina-se a como comandar os outros, como motivá-los, como ser um chefe melhor, como se relacionar melhor com pessoas difíceis, com os filhos, etc. Sempre os outros, como se o foco da liderança residisse nos liderados.
Nada de errado em tentar liderar melhor os outros. O problema é que técnicas e receitas de liderança não surtirão o efeito desejado se você não adquirir uma competência fundamental para o seu sucesso como líder: antes de pretender liderar os outros, aprender a liderar a você mesmo.
Importante que você adquira a atitude de liderar-se. Isso implica em liderar suas emoções, seus ímpetos, suas deficiências e saber suplementá-las com pessoas de sua equipe ou com parceiros na sua vida pessoal. Mas isso só será possível se você tiver uma elevada dose de auto-conhecimento.
Por exemplo, se você se conhece bem e já sabe que é do tipo executor, que não planeja muito as ações e de certa forma atropela as circunstâncias no afã de realizar os resultados que deseja, nada melhor que ter em sua equipe uma ou duas pessoas que sejam mais do tipo planejadoras e contrabalancem essa sua característica pessoal.
Mas se, pelo contrário, você for um líder que prima mais pelo planejamento detalhado e não está conseguindo realizar as metas que são esperadas de sua equipe, contrate pessoas mais realizadoras, do tipo artilheiro, aquelas que fazem gols e garantem os resultados do time, mesmo que não sejam tão qualificadas como você gostaria.
Se você não tiver consciência dessa característica pessoal, provavelmente a tendência é a de contratar pessoas que ajam do mesmo jeito que você, pensem de forma parecida e sejam feitas à sua imagem e semelhança. A conseqüência é um time de atropeladores criticado pelas outras áreas da empresa porque está sempre demandando coisas que elas não tiveram tempo para se preparar; ou um time de planejadores que sempre está correndo atrás das metas pactuadas que não conseguem atingir e criticado pela diretoria que vê esse fato se repetir ano após ano.
Nesses casos, o problema não está em como motivar os outros nem na falta de técnicas de liderança. O problema reside na falta de complementariedade das características dos membros de sua equipe. Competências complementares são a chave do alto desempenho de um time. E também na maioria dos casais bem-sucedidos. Tudo começa pela consciência do líder sobre seus pontos fortes, suas fraquezas e como complementá-las. Mesmice não rima com competitividade. Diversidade, sim, rima.
O líder precisa aprender a liderar a si próprio também no que diz respeito a suas emoções. Isso se revela com clareza na hora de dar feedback a membros de sua equipe ou a familiares. Se você tem o chamado pavio curto e explode com facilidade quando algo não está indo de acordo com o que deseja, importante ter consciência disso e se disciplinar para avaliar o desempenho dos outros ou para tentar ajustar o comportamento dos seus liderados, em vez de simplesmente dizer tudo o que vem à cabeça e destruir a auto-estima dos que o cercam.
Aprenda a reconhecer o que outros fazem de correto, valorize suas pequenas vitórias, use o seu ímpeto e arroubos emocionais mais nos momentos de feedback positivo, quando couber. Outra situação que exemplifica a importância de você liderar a si mesmo e ter elevado grau de auto-conhecimento é dado no caso de você ter dificuldade em cumprir prazos, sempre deixar os compromissos assumidos para a última hora.
Se você for assim, delegue as tarefas para os integrantes da sua equipe com máxima antecedência possível para que possam fazê-las antes do prazo. Uma atitude assim pode evitar que toda a equipe seja obrigada a fazer tudo às pressas. Se você não faz antes, pelo menos delegue para outros fazer.
Liderança não é uma questão técnica, mas de atitudes e posturas. Atitudes perante outros, mas também perante a si mesmo. A disciplina 1.0 da matéria liderança deveria ser: Antes de liderar os outros, aprenda a liderar a si mesmo. Mas isso não se ensina em escolas...
Gazeta Mercantil, Vida Executiva, César Souza, 10/07/2007
segunda-feira, 2 de julho de 2007
A Verdade está na cara, mas não se impõe
Arnaldo Jabour
Brasileiro é um povo solidário. Mentira.
Brasileiro é babaca.
Eleger para o cargo mais importante do Estado um sujeito que não tem
escolaridade e preparo nem para ser gari, só porque tem uma história e vida
sofrida; pagar 40% de sua renda em tributos e ainda dar esmola para pobre
na rua ao invés de cobrar do governo uma solução para pobreza; aceitar que
ONG's de direitos humanos fiquem dando pitaco na forma como tratamos nossa
criminalidade; Não protestar cada vez que o governo compra colchões para
presidiários que queimaram os deles de propósito, não é coisa de gente
solidária.
É coisa de gente otária.
Brasileiro é um povo alegre. Mentira.
Brasileiro é bobalhão.
Fazer piadinha com as imundícies que acompanhamos todo dia é o mesmo
que tomar bofetada na cara e dar risada. Depois de um massacre que durou
quatro dias em São Paulo, ouvir o José Simão fazer piadinha a respeito e
achar graça, é o mesmo que contar piada no enterro do pai. Brasileiro tem
um sério problema. Quando surge um escândalo, ao invés de protestar e
tomar providências como cidadão, ri feito bobo.
Brasileiro é um povo trabalhador. Mentira.
Brasileiro é vagabundo por excelência.
O brasileiro tenta se enganar, fingindo que os políticos que ocupam
cargos públicos no país, surgiram de Marte e pousaram em seus cargos,
quando na verdade, são oriundos do povo.
O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado ao ver um deputado
receber 20 mil por mês, para trabalhar 3 dias e coçar o saco o resto da
semana, também sente inveja e sabe - lá no fundo - que se
estivesse no lugar dele faria o mesmo. Um povo que se conforma em
receber uma esmola do governo de 90 reais mensais para não fazer nada e não
aproveita isso para alavancar sua vida (realidade da brutal maioria dos
beneficiários do bolsa família) não pode ser adjetivado de outra coisa que
não de vagabundo.
Brasileiro é um povo honesto. Mentira.
Já foi; hoje é uma qualidade em baixa.
Se você oferecer 50 Euros a um policial europeu para ele não te autuar,
provavelmente irá preso. Não por medo de ser pego, mas porque ele sabe ser
errado aceitar propinas. O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado
com o mensalão, pensa intimamente o que faria se arrumasse uma boquinha
dessas, quando na realidade isso sequer deveria passar por sua cabeça.
90% de quem vive na favela é gente honesta e trabalhadora. Mentira.
Já foi.
Historicamente, as favelas se iniciaram nos morros cariocas quando os
negros e mulatos retornando da Guerra do Paraguai ali se instalaram.
Naquela época quem morava lá era gente honesta, que não tinha outra
alternativa e não concordava com o crime. Hoje a realidade é diferente.
Muito pai de família sonha que o filho seja aceito como aviãozinho do
tráfico para ganhar uma grana legal. Se a maioria da favela fosse honesta,
já teriam existido condições de se tocar os bandidos de lá para fora,
porque podem matar 2 ou 3 mas não milhares de pessoas. Além disso,
cooperariam com a polícia na identificação de criminosos, inibindo-os de
montar suas bases de operação nas favelas.
O Brasil é um pais democrático. Mentira.
Num país democrático a vontade da maioria é Lei.
A maioria do povo acha que bandido bom é bandido morto, mas sucumbe a
uma minoria barulhenta que se apressa em dizer que um bandido que foi morto
numa troca de tiros, foi executado friamente. Num país onde todos tem
direitos mas ninguém tem obrigações, não existe democracia e sim, anarquia.
Num país em que a maioria sucumbe bovinamente ante uma minoria barulhenta,
não existe democracia, mas um simulacro hipócrita. Se tirarmos o pano do
politicamente correto, veremos que vivemos numa sociedade feudal: um rei
que detém o poder central (presidente e suas MPs), seguido de duques,
condes, arquiduques e senhores feudais (ministros, senadores, deputados,
prefeitos, vereadores).
Todos sustentados pelo povo que paga tributos que tem como único fim,
o pagamento dos privilégios do poder. E ainda somos obrigados a votar.
Democracia isso?
Pense nisso!!!
O famoso jeitinho brasileiro.
Na minha opinião um dos maiores responsáveis pelo caos que se tornou a
política brasileira.
Brasileiro se acha malandro, muito esperto. Faz um "gato" puxando a TV
a cabo do vizinho e acha que está botando pra quebrar. No outro dia o caixa
da padaria erra no troco e devolve 6 reais a mais, caramba,
Silenciosamente ele sai de lá com a felicidade de ter ganhado na loto...
malandrões, esquecem que pagam a maior taxa de juros do planeta e o retorno
é zero.
Zero saúde, zero emprego, zero educação, mas e daí? Afinal somos penta
campeões do mundo né?
Grande coisa...
O Brasil é o país do futuro.
Caramba , meu avô dizia isso em 1950.
Muitas vezes cheguei a imaginar em como seria a indignação e revolta
dos meus avôs se ainda estivessem vivos. Dessa vergonha eles se safaram...
Brasil, o país do futuro!!!?. Hoje o futuro chegou e tivemos uma das
piores taxas de crescimento do mundo.
Deus é brasileiro.
Puxa, essa eu não vou nem comentar... O que me deixa mais triste e
inconformado é ver todos os dias nos jornais a manchete da vitória do
governo mais sujo já visto em toda a história brasileira.
Para finalizar tiro minha conclusão:
O brasileiro merece!
Como diz o ditado popular, é igual mulher de malandro, gosta de apanhar.
Se você não é como o exemplo de brasileiro citado nesse e-mail, meus
sentimentos amigo, continue fazendo sua parte, e que um dia pessoas de bem
assumam o controle do país novamente. Aí sim, teremos todas as
chances de ser a maior potência do planeta. Afinal aqui não tem
terremoto, tsunami nem furacão. Temos petróleo, álcool, bio-diesel, e sem
dúvida nenhuma o mais importante: Água doce!
Só falta boa vontade, será que é tão difícil assim?
Arnaldo Jabour
